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Vacina, um negócio muito perigoso

Negócios e logística

O mundo deixou de gravitar no campo dos valores faz tempo. Cada ação e movimento tem majoritariamente o interesse particular de buscar resultados para grupos econômico e políticos que se relacionam de forma muito próxima, complementar e íntima.


O mundo tem se tornado um parque comandado, há séculos, por herdeiros dessas dinastias criminosas, que inibem a liberdade e o crescimento desatrelado desse eixo central, comandado e permitido por expoentes desses grupos em cada momento da história.


As grandes interferências e manipulações de globalistas, que atuaram nas transformações socais e econômicas desse último século, sintonizam-se com projetos nos campos da educação, das mudanças tecnológicas de produção e de meios e nas habituais medidas de domesticação por meio de políticas econômicas. Essas ações e medidas de controle objetivo mantêm cativos cidadãos e Estados, com o fim de submetê-los a organismos supranacionais, aprisionando-os a imposições de uma forçada nova ordem mundial.


As dinastias tradicionais e a integração com novos agentes bilionários, produzidos por esse próprio sistema, nos últimos 20 anos, fecharam acordos para a consolidação de pautas globais que tivessem sinergia com temas centrais relativos à preservação ambiental, ao aquecimento global, ao controle populacional, a liberação do aborto, a liberação do uso de drogas, a descaracterização da família natural, ao ataque sem trégua ao cristianismo e à obsessão pela economia sustentável. Embora, esta última, englobe o controle dos ativos da natureza, que se configura como peça importante para um jogo de alta potência especulativa, de grande volatilidade, que impactam os mercados ao sabor dos interesses de operadores da escassez.


Nesse quadro geral de domínio, onde Estados são obrigados a seguir receitas “sugeridas” por grandes grupos financeiros e, em síntese, por oligarquias empresariais, as liberdades econômicas e políticas parecem sucumbir. Apresentam-se, nesse contexto, formas de controle social espelhadas no encontro de convergentes liberais com uma nação continental, que avança lastreada num eufemístico capitalismo estatal e no controle draconiano das liberdades individuais.


Nada mais apropriado para essa conjunção de interesses que uma crise sanitária surja de forma inesperada, se instale e seus reflexos, desaguem em uma crise econômica e social sem precedentes.


As atividades econômicas foram tornadas, por interpretações convenientes e não por consenso científico, vilãs disseminadoras do vírus, portanto, a atividade humana, o trabalho, os serviços, ditos não essenciais, e a produção, foram condenados à estagnação e, no limite, decretaram a sua paralização.


Essa crise acarretou uma ação emergencial de socorro dos Estados a suas economias, ações essas, que acabaram por permitir a invasão de predadores em suas economias pelas eventuais fragilidades amplificadas.


As defesas integradas dos Bancos Centrais, produziram confortos iniciais com medidas de emergência, garantindo a liquidez dos mercados, porém, ampliando déficits fiscais de países de baixa resistência, impactaram a produção de bens e serviços, a depreciação das moedas, o controle da inflação e a redução das reservas internacionais.


O que podemos observar é que essa crise ampliou a alavancagem dos Estados e, no pós crise sanitária, esses países terão que enfrentar o duro compromisso de não só reduzir dívidas, mas o alto desemprego, embora, sem espaço para manobras fiscais para sustentar medidas assistenciais de emergência, cujo reflexo, poderá vir acarretar um caos no ambiente social.


Ao provocar uma vacinação em massa em escala mundial esses setores oligopolizados trarão para si receitas da ordem de trilhões de dólares, tanto no campo da produção de vacinas, no caso referente a indústria farmacêutica, quanto na indispensável e estratégica da cadeia logística de distribuição, setor controlado por empresas onde megainvestidores também têm forte presença.


É visivelmente um circuito de padrão econômico bem controlado, conectado e que equilibra eventuais perdas do sistema no curto prazo, mas garantem invariavelmente a rentabilização, por via de controle de suprimentos para a pandemia, através de preços determinados por demanda forçada, consolidando o poder dessas dinastias globais sobre o mundo reordenado.

Devemos entender que a crise sanitária mundial foi uma provocação de ordem ideológica associada a uma potente estratégia de matriz econômica, visando controlar e submeter as liberdades individuais à novas práticas de gerência de comportamento social emanadas por agentes públicos e políticos, de revisão de padrões humanos, que afetarão de forma significativa a liberdade e o espírito das pessoas.


CRÉDITOS (Imagem): Arek Socha/Pixabay

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