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Tony Bennett morre aos 96 anos

I left my heart in San Francisco

O Rumo Econômico é uma plataforma de produção e disseminação de conteúdos na linha da economia. A economia tem a ver com a vida, com o belo, com a arte e a promoção do progresso humano em amplo sentido.


A arte e a produção artística só têm sentido se valorizam o belo e criticam o oposto a este, que jamais pode ser classificado como arte. Do mesmo modo, se impõe a sobrenatural sintonia fina existente entre economia, liberdade e progresso.


O que leva a humanidade à guerra, à carestia, à miséria e ao fracasso como civilização está muito mais ligado aos valores pessoais internos deformados de lideranças com nítidas aspirações de controle irrestrito, escravidão e ambições desmedidas, e seus falsos postulados na ciência econômica.


A arte é o encontro da melhor parte da alma com a melhor parte da inteligência humanas. Portanto, há um sentido comum no campo do pensar e uma trajetória concreta tangível entre o curso singular da arte e da ciência econômica. Ambas elevam a alma humana e permitem o progresso na seara do valor e na dimensão material.


Essa pequena introdução serve para justificar a justa homenagem que fazemos a uma das maiores personalidades da ampla interpretação musical, que alegrou com sua voz única e marcante a vida de milhões de pessoas no mundo inteiro.


Manifestamos neste incomum editorial, primeiramente a Deus, a nossa imensa gratidão e alegria por termos convivido com Mr. Anthony Dominick Benedetto, imortalizado como Tony Bennett, nascido em 3 de agosto de 1926, em Nova Iorque, que dando curso ao recebido dom transcendente, produziu uma obra de vida ligada a música de alto padrão e de especial qualidade.


Tony Bennett, teve como sua marca registrada a belíssima canção I Left my Heart in San Francisco e uma imensa coleção de tantas outras inesquecíveis love musics como: Stranger in Paradise, Fly Me to The Moon, It Had to be You, If You were Mine, The Very Thought of You...


Mas, o que desejamos destacar nessa singela homenagem é mais uma lição para nós, uma espécie de arquitetura funcional no tempo, que tendemos a desprezar em nossos dias.


Na vida, temos a riqueza das tradições, vínculos humanos naturais, que devemos com sabedoria valorizar ao longo dessa nossa curta jornada como semente inicialmente, e como fruto esperado.


Que Deus em sua infinita misericórdia acolha esse mestre da arte da voz e que suas interpretações musicais alcancem e produzam ainda mais alegria aos corações como fruto do dom original que Tony Bennett foi agraciado pelo próprio Deus.


Requiesce in pace!

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