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Queda da Selic depende de fatores além do Copom e da inflação

Últimos dados animam o mercado quanto à queda dos juros, porém, é preciso aguardar decisão do CMN

Divulgados nessa terça-feira (27), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) e a ata do Comitê da Política Monetária (Copom), fizeram a esperança do mercado quanto ao corte da taxa Selic no mês de agosto volte ao horizonte realizável para o país. Porém, antes que os novos números da taxa básica nacional sejam divulgados, é preciso considerar a decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) que divulgará seu posicionamento nos próximos dias.


Economistas alertam que a depender da resolução divulgada pelo CMN, o afrouxamento monetário pode ser adiado, mesmo o Banco Central do Brasil tendo ajustado o tom da ata do Copom e enfatizado que há uma desaceleração contínua da inflação, o que abriria espaço para o corte da Selic.


Colaborando com a visão do Bacen, a prévia do IPCA-15 desceu neste mês de junho para 0,04%, ou seja, 3,40% no acumulado de 12 meses, o que deixa o número ainda mais próximo da meta para o ano. Neste caso, qualquer alteração nas metas definidas pelo CMN, podem frustrar qualquer expectativa positiva para os próximos números dos juros.

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