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Presidente do Banco Central faz novo alerta sobre "incertezas" da meta fiscal

Em evento nos EUA, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, voltou a alertar sobre os efeitos gerados pela alteração da meta fiscal


Roberto Campos Neto - Agência Brasil/EBC



Sem ainda apontar uma rota para atingir - ou ao menos, se aproximar - da meta fiscal prometida para 2024, o governo Lula voltou a entrar na mira do Banco Central.


Em seu mais recente comentário sobre o imbróglio econômico, o presidente da entidade, Roberto Campos Neto, decidiu reforçar a mensagem: uma eventual alteração do compromisso de déficit zero pode gerar incertezas e impactar medidas da política monetária do próprio BC.


Durante participação em evento organizado em Nova York, Campos Neto fez campanha para que a meta fiscal não seja alterada, e apontou os motivos.


“Mudar a meta fiscal agora gerará muita incerteza… Se você não tiver um alvo, as pessoas podem interpretar que sua meta fiscal foi abandonada”, ponderou.


Presidente do BC questiona sanha de gastos do governo Lula


Embora tenha elogiado a aprovação do chamado arcabouço fiscal - espinha dorsal da política de receitas e despesas que substituiu o teto de gastos - o presidente do Banco Central detalhou sua preocupação com o futuro do país, apontando que a indefinição fiscal poderá impactar sobre os indicadores de risco-país e política de juros do BC.


Além disso, Campos Neto colocou em xeque o regime de gastos do governo Lula, que não param de crescer.


“A questão é: (o governo) gastar mais significa o quê”, questionou Campos Neto.








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