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Presidente da Petrobras descarta elevação no preço dos combustíveis

Prates afirma que efeitos da guerra não preocupam petroleira

Crédito da imagem: Waldemir Barreto/Agência Senado


O preço do petróleo é um dos fatores econômicos que mais preocupa o mercado atualmente. A guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas já começa a provocar projeções importantes de elevação no valor do barril no caso de o conflito expandir e ganhar um status regional. No Brasil, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, começa também a analisar o cenário e enxergar os possíveis efeitos do conflito internacional sobre os preços dentro do país.


Na última quarta-feira (18), Prates esteve em reunião com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e com o secretário-geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Haitham al-Ghais. Ao fim do encontro, o presidente da Estatal afirmou que o petróleo já foi afetado, no entanto, novas altas de preços podem ocorrer apenas em caso de agravamento do conflito no Oriente Médio.


Para o executivo, a atual cotação do barril não tem necessariamente a ver com o conflito, pois, segundo ele, "já tinha uma inflação estrutural acontecendo", e por enquanto, os países produtores da commodity não devem envolver-se diretamente no conflito, o que o faz descartar a chance de o preço dos combustíveis ser afetado devido à guerra em um curto prazo.

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