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Poucos guardam dinheiro para a velhice no Brasil

INSS ainda é visto como garantia de aposentadoria

A 6ª edição do Raio X do Investidor Brasileiro, uma pesquisa da Associação Brasileira de Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA), em parceria com o Datafolha, divulgou dados que apontam mais da metade dos trabalhadores brasileiros ainda como adeptos do INSS como sua principal garantia financeira para a velhice.


Segundo a pesquisa, 51% dos trabalhadores acreditam que dependerão da previdência social para seu sustento futuro, enquanto apenas 18% declaram já ter iniciado reservas para a aposentadoria. O número dos que dependerão do INSS sofreu redução em comparação à mesma pesquisa realizada em 2021, naquele período, 55% contavam com aposentadoria pela Previdência Social.


Ainda segundo o Raio X do Investidor Brasileiro, 58% dos trabalhadores pretendem iniciar uma reserva, especialmente nas classes C (61%) e D/E (60%). Por outro lado, 24% não iniciaram e não pretendem começar a construir qualquer reserva para o futuro.


Na 6ª edição da pesquisa, foram ouvidas 5.818 pessoas das classes A/B, C e D/E, nas cinco regiões do país, em novembro de 2022. A faixa etária iniciou a partir de 16 anos acima, e a margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos, sendo o índice de confiança de 95%.

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