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Por petróleo, Biden suspende sanções econômicas contra a Venezuela

Acordo trouxe alívio para o mercado. Preço do Brent caiu para US$ 90 após a notícia

Nicolás Maduro Agência Brasil/EBC


Antes do ataque terrorista em Israel, o governo dos Estados Unidos pretendia descongelar e liberar cerca de US$ 20 bilhões para o Irã até o final de 2023. Com a reviravolta, a Casa Branca correu contra o tempo para evitar que o dinheiro chegasse às mãos dos aliados do Hamas.


O fim do acordo (ao menos temporário), não impediu que os Estados Unidos ampliassem as relações com outro país que não segue as leis internacionais dos direitos humanos.


Segundo relato do The Washington Post, o governo Biden retomou as negociações para comprar petróleo da Venezuela, já cogitadas no primeiro semestre. De acordo com a publicação, a condição imposta ao ditador Nicolás Maduro foi a realização de eleições presidenciais livres em 2024.


Após o mercado ser informado de que os Estados Unidos poderiam adquirir óleo bruto venezuelano, o preço do Brent negociado no país caiu para US$ 90. A notícia agiu como uma espécie de “tranquilizante” em razão das expectativas sombrias para o Oriente Médio e países da Opep e aliados.


Acordo EUA-Venezuela deverá ser assinado em Barbados


Os detalhes do acordo EUA-Venezuela foram revelados nesta semana e impõe, ao menos no papel, que o governo socialista de Maduro garanta acesso total da população às urnas e respeito aos candidatos de oposição. Os termos do contrato devem ser assinados na próxima terça-feira, em Barbados.


Nicolás Maduro, vale destacar, tentará novamente se manter no cargo. Após as eleições de 2018, EUA, Brasil e União Europeia não reconheceram o ditador como vencedor do pleito.







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