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Pesquisador denuncia Greenpeace por manipulação de dados sobre corais da foz do Amazonas

Texto publicado pela Associação dos Engenheiros da Petrobras não ganhou repercussão midiática

Em entrevista concedida à Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET), Luís Ercílio Faria Junior, doutor em Ciência Naturais da Universidade Federal do Pará (UFPA) na terça-feira da semana passada (6), declarou que a ONG Greenpeace vem realizando uma grande distorção em informações sobre a Margem Equatorial brasileira.


A matéria divulgada no site da AEPET enfatiza que o caso deve ser apurado com profundidade, pois, os dados imprecisos divulgados em 2017 pela organização, têm sido utilizados como respaldo científico para que o IBAMA retenha a licença para que a Petrobras possa realizar a exploração de petróleo na plataforma continental da região Norte do país, na foz do rio Amazonas, que fica na Margem Equatorial. Além disso, o portal também destaca que este caso apenas exemplifica uma realidade sobre as duvidosas intenções de milhares de organizações não governamentais internacionais localizadas na Amazônia brasileira.


Segundo o professor, as imagens utilizadas pelo Greenpeace para respaldar a campanha contra a exploração de petróleo na região, e que alegam ser dos chamados “Corais da Amazônia”, são imagens de outra região do país, tendo em vista que espécies de outras regiões são apresentadas junto aos corais. Outra informação relevante, é que o que de fato existe na região da foz do amazonas, são na verdade rochas calcárias. “Eu diria que os dados foram manipulados. A verdade é que os mapas geológicos oficiais, a partir de todos os estudos feitos na plataforma continental, indicam que a região assinalada pelo Greenpeace como Corais da Amazônia são rochas carbonáticas ou calcárias”, declarou o pesquisador.


Em seguida, o professor reforçou a gravidade do cenário, e que tal manipulação de dados não pode ser admitida. “As fotos e vídeos apresentam alguns organismos que não característicos da foz do Rio Amazonas. Aí voltamos àquela questão de manipulação, que citei anteriormente: o uso indevido de uma foto de outra região ao lado de uma informação sobre a plataforma continental brasileira. Isso não é aceitável”.


CRÉDITOS (Foto): Marizilda Cruppe/Greenpeace

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