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Perspectivas da abertura do mercado sul coreano e japonês para a carne brasileira

Previsão para 2024 é de crescimento da exportação nacional de proteína

Crédito da imagem: Shutterstock


As projeções atualizadas para o crescimento estimado no mercado global de proteína animal em 2023 e 2024 foram divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no início de outubro, apontando para o Brasil uma estimativa de queda em 5,1% neste ano e crescimento de 3,6% em 2024 no comparativo anual quanto a exportação de carne bovina.


Tendo em vista que faltam apenas menos de dois meses para o fim do ano, a projeção para 2023 é praticamente uma constatação do recuo da exportação de proteína no país, mediante o maior volume do produto já embarcado pelo Brasil, que ocorreu em 2022.


A visão positiva para 2024 aponta um acréscimo para 2,85 milhões de toneladas de carcaça (tec.), que representam somente 1,7% abaixo do recorde do ano passado.


Sendo a maior compradora de carne bovina do mundo, a China é apontada no mesmo relatório com um recuo no consumo em 2024 que chega a 2,8%, e que é seguido de um crescimento da importação em 2023 que corresponde aos mesmos 2,8%. O segundo maior importador, os EUA, aparecem com 16,2% do mercado e é seguido pelos terceiro e quarto colocados que são Japão e Coreia do Sul, com 7,3% e 6,0% da fatia do mercado, respectivamente. Esses dois últimos tem com o Brasil uma antiga negociação para abertura deste mercado e segundo o ministro da Agricultura há previsão de que as transações com o Japão iniciem ainda neste ano, embora ainda sem data precisa para o início das exportações.


Alguns fatores podem ainda contribuir para que a relação comercial com os dois países orientais sejam efetivados, dentre eles a retirada da vacinação para febre aftosa em diversos estados brasileiros.

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