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Ouro alcança preço máximo em seis meses

Pico do metal dourado é reforçado por enfraquecimento do dólar americano

Crédito da imagem: Reprodução


O ouro atingiu sua maior marca de preços desde o mês de maio na última segunda-feira (27). Os valores pairaram acima dos US$ 2 mil por onça, e este resultado se deve em muito ao enfraquecimento do dólar americano, como também às expectativas de que o ciclo de alta das taxas de juros do banco central dos EUA, o Fed, tenha chegado ao fim.


Com elevação de 0,6% o ouro à vista atingiu US$ 2.012,92 por onça desde 16 de maio, quando esteve cotado a US$ 2.017,82. Nos EUA, os futuros do ouro também tiveram elevação de 0,5%, aos US$ 2.013,80, ultrapassando pela primeira vez o limite psicológico chave de US$ 2.000 por onça.


Em relação a uma cesta de moedas, o dólar americano teve um recuo de 0,1% na última semana de novembro, o que o levou a aproximar-se de um mínimo de dois meses no período. A reação ocorre porque geralmente com o dólar mais fraco torna o ouro mais barato para os investidores que detém outras moedas.


Quanto às expectativas de encerramento do ciclo de aumento das taxas de juros pelo Federal Reserve nos EUA se dá em razão de os dados preliminares mais recentes do país terem apontada na direção de certo arrefecimento da inflação. Com a redução dos juros, cai também o custo de oportunidade de detenção de ativos não remunerados, o que normalmente impulsiona os preços do metal dourado. A perspectiva deve ser confirmada ou não com a divulgação dos dados oficiais sobre a inflação no país.


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