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Opinião: Lula falha ao tentar convencer mercado sobre responsabilidade fiscal

Equipe econômica e ministros tentam acalmar investidores, após falas desastrosas de Lula

Foto: Maria Isabel Oliveira / Agência O GLOBO


Menos de 24 horas após a sequência de declarações desastrosas de Lula que aceleraram a desvalorização do real frente ao dólar e estremeceram a confiança dos investidores no Brasil, a equipe econômica do governo federal decidiu se reunir para tentar convencer o mercado do cumprimento do arcabouço fiscal. 


Além disso, os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Simone Tebet (Planejamento), Rui Costa (Casa Civil), Esther Dweck (Gestão e Inovação) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais) deram pistas de que poderão cortar gastos e despesas obrigatórias. Neste último caso, em valores estimados em R$ 25,9 bilhões.


“Nós já identificamos, e o presidente autorizou levar à frente, R$ 25,9 bilhões de despesas obrigatórias que vão ser cortadas, depois de que os ministérios afetados sejam comunicados do limite que vai ser dado para a elaboração do orçamento 2025”, anunciou Haddad, logo em seguida ao encontro ministerial.

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