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O Brasil disposto a financiar unificação econômica

Uma outra maneira de roubar o país

O Brasil exibe graves sinais de doença degenerativa ao dar sustentação ao soerguimento da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC). Essa comunidade de países falidos e antidemocráticos, foi fundada por Hugo Chaves, em 2011. A reunião com os outrora saqueadores de recursos do povo brasileiro, irá centrar-se sobre como o Brasil voltará a transferir recursos de sua economia para um conjunto de países com alta inflação, crises sociais graves, miséria, descontrole de gastos, economias desalinhadas, sem rumo e literalmente falidas.


A questão central da visita do presidente Lula (PT) a Argentina, entretanto, será a busca de entendimento para a um socorro ao país vizinho que enfrenta alta desconfiança dos mercados e que tem um grave problema de uma dívida não equacionada com o Fundo Monetário Internacional de US$ 40 bilhões. A Argentina está isolada dos mercados internacionais pelos sucessivos descumprimentos de acordos sobre sua dívida, portanto, é um alto risco qualquer operação de crédito para aquele país.


A discussão sobre moeda única, embora represente um perigo a mais, é um mero disfarce e não propriamente uma possibilidade real, sequer no longo prazo. O sentido efetivo dessa reaproximação nesse nível considerável, é a de criar ações concretas de transferência de recursos através de investimentos em operação de empresas brasileiras, que captariam recursos, via Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com empresas argentinas.


Não se pode desconsiderar também a possibilidade de que o Brasil absorva em seu estoque ou sistema financeiro, o financiamento direto através da compra de papéis da dívida da Argentina.


No encontro entre o presidente Lula (PT) e Alberto Fernández da Argentina estará na pauta o financiamento de quase US$ 700 milhões para o projeto do gasoduto Néstor Kirchner, que Fernández quer urgentemente empréstimo do BNDES.



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