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Não há escassez, nem redução de preços do gás à curto prazo

União Europeia trabalhou para encher os estoques de gás antes do inverno

Crédito da imagem: Koen van Weel/ANP/AFP/Getty Images


O bloco europeu vem sofrendo há anos com a dependência do fornecimento de gás russo, e desta vez, estabeleceu e alcançou o objetivo de encher seus estoques de GNL (Gás Natural Liquefeito) o máximo possível antes da chegada do inverno, enquanto os países integrantes da União Europeia trabalham para reduzir seu consumo. Porém, ainda assim, os preços não acompanharam os esforços por manter o combustível em valores acessíveis.


Apesar da continuidade do conflito entre Rússia e Ucrânia, e das sanções ao gás russo, os europeus conseguiram garantir cerca de 90% de seu estoque preenchido, até o dia 1 de novembro, seguindo as regras adotadas em junho pelo Conselho da União Europeia. Embora países como Luxemburgo não tenha capacidade tecnológica para o armazenamento em seu território, outros Estados-Membros, como Alemanha, Itália, França, Países Baixos e Áustria, possuem pouco mais de dois terços da capacidade completa de armazenamento do combustível em seus territórios.


Segundo a regulamentação da UE, os países que não possuem instalações próprias de armazenamento suficiente para sua demanda, devem guardar cerca de 15% de seu consumo nacional anual nas instalações de armazenagem localizados em outros Estados-Membros.

Segundo as autoridades, não há razão para preocupação quanto ao fornecimento de gás neste inverno.


De acordo com os fornecedores intermediários, os preços do gás tem como fatores principais de influência as temperaturas - quanto mais frio, maior a demanda e consequentemente os preços sobem -, e ainda a influência de um eventual crescimento econômico global.

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