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Moody’s decide "proteger funcionários", após rebaixar classificação da China

Colaboradores da multinacional foram aconselhados a trabalhar em home office, por temor de interferência estatal


Divulgação


Sem democracia plena - e muito menos, direitos individuais - os chineses voltaram a flertar com os perigos da intervenção estatal em assuntos privados. O motivo: a empresa de classificação de risco multinacional norte-americana Moody’s rebaixou recentemente as perspectivas do país como emissor de moeda local e estrangeira de “estável” para “negativa”.


Para antecipar qualquer eventual represália do Partido Comunista Chinês, a direção da Moody’s aconselhou seus colaboradores a atuar por home office. O real motivo, entretanto, não foi informado aos funcionários.


“Todos sabem o motivo, mesmo sem qualquer justificativa. Nós tememos as inspeções governamentais”, confidenciou um funcionário da Moody’s na China, que preferiu anonimato.


Entre as razões que podem ter levado a Moody’s a proteger sua equipe de retaliações coordenadas por Xi Jinping são as recentes invasões de companhias norte-americanas que ocorrem desde o crescimento das tensões entre China e Estados Unidos.


Partido Comunista têm executado prisões de estrangeiros que atuam na China


Além das intervenções contra companhias particulares, a mão forte do estado chinês têm promovido prisões de estrangeiros, alegando simplesmente “preocupação com assuntos de segurança nacional”.


Como parte da política de controle de danos, as empresas que atuam na China têm aconselhado ainda que seus funcionários em Hong Kong não venham para o continente “para evitar possíveis complicações”.



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