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Missão possível: Kim Jong-Un reforça aliança militar com a Rússia

Em viagem de 7 dias, ditador norte-coreano teria acertado a troca de munições por comida, além de outros acordos com Vladimir Putin


Crédito da imagem: KCNA


A trajetória da primeira viagem internacional de Kim Jong-Un desde 2019 começou rodeada de mistério. Apesar das informações bastante desencontradas, o ditador norte-coreano cumpriu com sucesso a missão de reforçar sua aliança com a Rússia


Após o longo percurso de 8 horas desde a capital Pyongyang até Moscou a bordo de um trem especial (que só chega a 60 Km/h em virtude de sua reforçada blindagem), o líder comunista visitou uma série de bases militares russas, acompanhado por Vladimir Putin. No total, o ditador permaneceu sete dias em território russo, completando a marca recorde de 15 dias fora de seu país, sem contar o retorno.


Embora sem detalhar a excursão de seis dias pela Rússia, a Agência Central de Notícias da Coreia do Norte confirmou a partida de Kim Jong-Un no domingo (17).


Kim Jong-Un, secretário-geral do Partido dos Trabalhadores da Coreia e presidente dos Assuntos de Estado da República Popular Democrática da Coreia, deixou a cidade de Vladivostok em 17 de setembro, depois de completar com sucesso o cronograma de sua visita oficial de boa vontade à Federação Russa",


Missão Norte-Coreana: o que se sabe até agora


Segundo informações que circularam pelas agências de inteligência, a Rússia tem sofrido com a escassez de munições para dar continuidade à invasão da Ucrânia. Do lado norte-coreano, a intenção seria trocar armamentos por alimentos, além de reforçar os acordos de cooperação com o governo de Vladimir Putin em áreas como a da indústria espacial.

Para ratificar a cooperação, Kim Jong-Un conversou diretamente com o Ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu.






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