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Mercado de trabalho dos EUA mostra resistência, apesar de queda nas vagas

Departamento de Trabalho dos EUA destaca que greve do setor automobilístico impediu abertura de mais postos em outubro


United Auto Workers - Divulgação


Na atual conjuntura do mercado de trabalho da mais poderosa economia do planeta, há duas correntes: a que olha o copo meio vazio, e outra que enxerga o mesmo copo meio cheio.


Segundo o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, o mês de outubro registrou o saldo positivo de 150 mil novos postos de trabalho. O número ficou abaixo das expectativas de Wall Street. Entretanto, a combinação do resultado do mês passado aos anteriores, tem sido visto como um sinal de que a economia norte-americana permanece aquecida, com amostras de crescimento sustentável.


A visão do “copo meio cheio” é baseada, principalmente, pela contabilidade dos 297 mil novos postos abertos em setembro. Na visão dos analistas, o crescimento considerável reforça a tendência de que as empresas norte-americanas estão dispostas a contratar mais nos próximos meses.


Mercado de trabalho foi afetado por greve no setor automobilístico


Outra observação crucial que aponta para uma tendência positiva no mercado de trabalho é o “desconto” dado para o balanço de outubro, que foi afetado pela greve no setor automobilístico. Segundo o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, caso os funcionários não tivessem cruzado os braços, o saldo poderia ter saltado para quase 200 mil novas vagas.









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