top of page

Maduro conduz plano para invadir Guiana e assaltar campos de petróleo

Ditador venezuelano já acionou parlamento para a criação de leis e de base militar na fronteira com a Guiana


No ar, o Su-30. Apesar da economia decadente, a Força Aérea da Venezuela é a mais poderosa da América Latina


O plano do ditador Nicolás Maduro de conquistar o território de Essequibo, na Guiana, segue em estágio de produção avançada. Após a “aprovação do referendo popular” no último domingo (4), o amigo particular do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ordenou que a Assembleia Nacional da Venezuela aprovasse uma lei para a criação imediata do Estado de Guiana Essequiba.


O passo seguinte da ditadura bolivariana sobre o pequeno país de 800 mil habitantes deverá ser a nomeação de um interventor local e a distribuição de licenças para a exploração de petróleo na região, comandada pela estatal PDVSA. Atualmente, Essequibo corresponde a 70% do território da Guiana.


Maduro ordena construção de base militar na fronteira com a Guiana


Para garantir que seus planos imperialistas de conquista sejam conduzidos com segurança, Nicolás Maduro também planeja erguer  um posto militar na cidade venezuelana de Tumeremo, localizada perto dos limites com a Guiana. As operações militares serão conduzidas, em princípio, pelo general Alexis Rodríguez Cabello.


Embora sinta-se apto - e livre de amarras - para conduzir a invasão à Guiana, Nicolás Maduro tem como obstáculo a baixa popularidade. A votação do referendo contou apenas com 50% dos “eleitores”, e dá sequência ao esvaziamento do processo eleitoral iniciado em 2018, quando foi reeleito “presidente” com participação de apenas 46% do total de eleitores registrados.


Em junho deste ano, ao ser questionado sobre o estado precário da democracia venezuelana, o parceiro de Nicolás Maduro e presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, disse que o país vizinho “tem mais democracia” que o próprio Brasil.


“A Venezuela, ela tem mais eleições que o Brasil. O conceito de democracia é relativo para você e para mim. Eu gosto da democracia porque ela me fez chegar à Presidência da República pela terceira vez, e é por isso que eu gosto da democracia e a exerço em sua plenitude”, afirmou Lula.


Comments


bottom of page