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Lula quer suíte presidencial no avião presidencial - e você pagará a conta

FAB analisa reforma em Airbus, mas governo não descarta comprar um novo

Aumento de impostos, com queda de arrecadação. Déficit primário entre janeiro e julho derretendo o superávit de 2022. Os gastos promovidos pelo governo Lula em mais de 8 meses no Palácio do Planalto devem, literalmente, chegar às alturas. Isso porque a gestão petista estuda repaginar um novo jato comercial para substituir o Airbus A319 ACJ da Força Aérea Brasileira. A aeronave tem sido alvo de reclamações do presidente e da primeira-dama, Janja, que desejam ter mais “espaço” para suas viagens internacionais.


O substituto do A319 ACJ seria o Airbus A340-200, aeronave de escolha das nações árabes mais ricas, como Catar e Arábia Saudita. Existem duas unidades desse modelo em posse da FAB. Porém, para que o Airbus preenchesse os quesitos da Presidência da República seria necessária uma reforma drástica em seu interior.


Entre as alterações - que custaria dinheiro do contribuinte, evidente - os engenheiros precisariam remodelar o interior, com a montagem de uma suíte presidencial e sala de reuniões, além da implantação de um moderno sistema de internet. A decisão de reformar o Airbus A340-200 ainda não foi confirmada.


Caso os orçamentos para garantir as modificações fique acima do previsto, não está descartada a aquisição de uma aeronave já adequada às exigências do chefe do executivo. A versão mais atualizada do A340-200 é o A350-900, avaliado em US$ 317 milhões (cerca de R$ 1.56 bilhão).


Segundo dados do Itamaraty, o governo Lula já desembolsou pelo menos R$ 25 milhões em viagens para o exterior até 31 de julho. O cálculo não inclui a recente excursão ao continente Africano, onde o presidente participou da Cúpula do Brics e visitou Angola e São Tomé e Príncipe. O maior gasto de recursos do pagador de impostos foi na China: R$ 6,6 milhões, de acordo com a Lei de Acesso à Informação.

CRÉDITOS (Foto): Agência Brasil - EBC


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