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Lula comemora entrada da Bolívia no Mercosul

País que atravessa turbulência sócio-política terá 5 anos para se adequar às regras do Mercosul


Lula e o velho companheiro Evo Morales - Agência Brasil/EBC


Com a premissa de ampliar o desenvolvimento social, econômico e político dos países, o Mercosul existe desde 1991 com 4 membros fixos: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai


A partir de agora, o bloco criado para promover o livre comércio na região terá a Bolívia como seu mais novo sócio permanente. A confirmação da mudança de status de associado para integrante fixo aconteceu  durante a reunião de cúpula da entidade no Rio de Janeiro, na tarde de quinta-feira (7).


O upgrade boliviano foi comemorado com grande entusiasmo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que classificou a conclusão do processo como “sonho”.


“Estamos realmente nos aproximando do sonho de realizar o sonho da integração Atlântico-Pacífico”, ressaltou o petista.


Ainda que o Mercosul leve em conta em seu estatuto uma série de condições para admitir seus membros - entre eles, o do cumprimento de regras do estado democrático de direito, - a Bolívia tem passado por incidentes políticos duvidosos. Entre eles, o da prisão de Jeanine Añez, acusada de incentivar protestos contra Evo Morales que culminaram na morte de 30 bolivianos em 2019.


Mercosul conta ainda com mais 5 associados


Embora a oficialização da Bolívia tenha sido confirmada pela direção do Mercosul, o país terá ainda um prazo de 4 anos para se adequar às normas da organização, que passa a ter um PIB concentrado de R$ 17 trilhões aproximadamente.


Com a alteração de associado para membro permanentemente da Bolívia, os demais parceiros que não compõem o Mercosul como membros fixos são Peru, Guiana, Suriname, Chile e Equador.


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