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Inflação acende sinal de alerta no Banco Central

Aumento ficou acima do esperado pelo BC. Combustíveis em alta foram os principais vilões de setembro

Gasolina: a vilã da inflação - Agência Brasil


Na última semana de agosto, quando a Petrobras retomou o reajuste dos combustíveis, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, deu o alerta: “A batalha contra a inflação ainda não está ganha”. A mensagem de cautela ao mercado financeiro foi emitida mesmo com o corte de 0,50% na taxa Selic.


Um mês após o aviso do economista, o IPCA confirmou o prognóstico de Campos Neto. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo registrou acréscimo de 0,26%, mantendo a inflação acumulada de janeiro a setembro em 3,50% e dos últimos 12 meses na casa de 5,19%.


Os números revelados nesta semana pelo IBGE surpreenderam os analistas, que esperavam algo em torno de 0,34% no período. Já no comparativo com setembro de 2022 a economia nacional apresentou deflação de 0,29%.


Inflação: causa e efeito


Os principais vilões da alta inflacionária foram, pela ordem: Transporte (0,29%) e Habitação (0,47%). Os causadores primários da elevação foram os combustíveis, em com destaque para a alta de 2,80%. O diesel e o gás veicular também sofreram reajustes, sendo apenas o álcool etanol o único da lista a ter deflação de 0,62% no período da apuração.


Em sua apuração sobre a inflação de setembro, o IBGE acompanhou o desempenho de 400 produtos nos segmentos de serviços e produtos. Entre eles, bebidas, habitação, alimentos, transporte, saúde e educação, Cerca de 30 mil estabelecimentos foram visitados na pesquisa.




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