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Indicadores econômicos devem pesar em novo aumento de juros nos EUA

Federal Reserve trabalha com meta de 2% de inflação e não hesitará em reajustar a taxa anual de juros para controlar o ímpeto do mercado

Crédito da imagem: Federal Reserve


Os Estados Unidos atravessam um momento cercado por incógnitas em sua economia. Ao mesmo tempo que a demanda pelos derivados do petróleo - em especial, a gasolina - tem seu pior resultado em 22 anos - os mais recentes dados positivos sobre emprego tem motivado o Federal Reserve a trabalhar mais para o controle inflacionário do país.


Sem adiantar se irá votar para aumentar ou não os juros básicos da economia na próxima reunião da instituição (o equivalente ao Copom brasileiro), o presidente da sucursal de Chicago do FED, Austan Goolsbee, apenas ratificou que todos os esforços devem convergir para que a meta inflacionária fique na casa dos 2%.


Em seu pronunciamento nesta semana, Goolsbee ratificou que essas decisões serão influenciadas diretamente pelos indicadores da economia norte-americana.


Resultados do emprego surpreenderam FED

Austan Goolsbee - FED Chicago


Um desses indicadores - conhecido como payroll - foi divulgado nesta sexta-feira (6) pelo Departamento de Trabalho dos EUA. Segundo o órgão, foram abertas 336 mil vagas em setembro em setores que não incluem a agropecuária. O resultado surpreendeu o governo, que aguardava por, no máximo, 256 mil para o período.


Além dos dados sobre emprego, o presidente do FED de Chicago apontou que os preços do petróleo e uma eventual crise de crédito no mercado, podem pesar para que o BC norte-americano retome a elevação dos juros.


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