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Indústria entende razões da taxa de juros elevada

Controle fiscal como saída

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) em recente comunicado afirma compreender a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) em manter a taxa básica de juros em 13,75% a.a. A pesquisa Focus, coletada pelo Banco Central, aponta ao longo das últimas sete semanas, que o mercado tem expectativa de crescimento da inflação tanto para 2023 quanto para 2024.


Com efeito, a CNI espera que o Copom inicie, assim que possível, o processo de redução da Selic, desde que o movimento de desaceleração da inflação se consolide.


No momento atual, a política monetária mostra-se restritiva. A taxa de juros real está por volta de 7,5% a.a., 3,5% p.p. acima da taxa de juros neutra da economia. Hoje, o Brasil tem uma das maiores taxas de juros reais do mundo.


A elevação da taxa de juros básica prejudica a atividade econômica, mas é o remédio amargo necessário para combater a inflação. Nesse sentido, afirma a CNI, a Selic em 13,75% a.a., restringe a atividade econômica, contudo, pode garantir, embora não isoladamente, a manutenção da trajetória de desaceleração da inflação nos próximos meses.


No comunicado, a CNI avalia que para evitar que a taxa Selic permaneça em alto patamar é preciso que o governo tome a firme decisão de controlar os gastos públicos.


FONTE/CRÉDITOS: Rumo Econômico com CNI

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