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Hungria alerta para risco de dar as costas à Russia e China: 'golpe nocaute'

País integrante da União Europeia recusa-se a cortar laços com países orientais em meio a sanções

Crédito da imagem: Franck Robichon/EPA


A ligação comercial entre China, Rússia e o continente asiático em geral, permanecerá viva com a União Europeia, é o que afirma o ministro dos Negócios Estrangeiros da Hungria, Peter Szijjarto. A declaração foi realizada durante um encontro informal entre ministros do comércio do bloco europeu, que ocorreu em Valência na última semana.


Segundo Szijjarto, a economia global andou sofrendo reviravoltas nos últimos anos, e isso em sua visão, resultou em uma grave queda no status econômico do bloco europeu. Para ele, o problema tem sido ainda agravado, tendo em vista que Bruxelas insiste em manter o uso de suas políticas de sanções de forma indiscriminada. Ainda de acordo com o ministro húngaro, as sanções adotadas pelo ocidente que restringiram o acesso dos países europeus ao fornecimento de energia importado da Rússia, foram para a economia do bloco da zona do euro, um verdadeiro desastre, atingindo-a "primeiro no pé e depois no joelho".


Atualmente, os europeus pagam pelo gás um valor quatro vezes mais elevado do que os norte-americanos. Se for realizado o comparativo com os valores desembolsados pelos chineses pela energia elétrica, é possível notar que na Europa se paga cerca de três vezes a mais.


Mediante os dados apresentados pós-sanções à Rússia, fica evidente que caso sejam adotadas medidas semelhantes contra a China, a destruição econômica para os países europeus poderiam ser ainda mais devastadora.


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