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Haddad prevê resistência à segunda etapa da reforma tributária

Continuação da proposta prevê taxação de lucros e dividendos

Fernando Haddad, ministro da Fazenda do governo Lula declarou em entrevista à Folha de São Paulo na última semana, que prevê resistência à segunda etapa da reforma tributária, e uma resistência oriunda, inclusive, de personagens que hoje demonstram atualmente apoio à proposta inicial da PEC 45/2019.


Entre os motivos apresentados, está a intenção do Ministério de colocar em pauta a cobrança de imposto sobre lucros e dividendos, sob a alegação falida de que em um país com tamanha “desigualdade” não deveria ser possível isentar de imposto de renda “o 1% mais rico da população”. Outro argumento levantado por Haddad, é que tendo como foco a meta de zerar o déficit público para 2024, será necessário o que ele chama de correção de “distorções absurdas do sistema tributário” brasileiro, que estariam gerando um “escândalo patrimonialista dos mais execráveis”.


Entretanto, em uma clara tentativa de amenizar um impacto negativo no mercado quanto à nova pretensa política tributária sobre o imposto de renda para a Pessoa Jurídica, o ministro declarou que o tema será tratado sem pressa e com cálculos sobre os possíveis impactos da nova medida, destacando ainda a necessidade de estruturar um prazo de transição e adequação mediante a adoção das mudanças.

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