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Governo Lula já cortou quase R$ 4 bi do orçamento para setores essenciais

Saúde, educação - e o badalado Bolsa Família - foram as "principais vítimas" dos bloqueios em 2023


Agência Brasil/EBC


No último dia 27, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez uma promessa: não iria cortar projetos ligados ao Novo PAC em 2024, nem que isso comprometesse a meta de déficit zero anunciada semanas antes pelo ministro Fernando Haddad (PT).


A aparente nobre decisão de manter obras ligadas a projetos sociais, entretanto, pode ser considerada pura demagogia do chefe do executivo.


Isso porque, desde o início de 2023, sua gestão já bloqueou R$ 3,8 bilhões do orçamento (número corrigido até novembro), em recursos destinados à saúde, educação e programas assistenciais, com o Bolsa Família e Auxílio Gás.


Saúde e educação: vítimas do governo Lula


Sem previsão de cortes de despesas e com aumento de contratações de servidores públicos, o governo federal se viu obrigado a promover a suspensão de verbas para setores essenciais. Incluindo a saúde, um dos carros-chefe da campanha de Lula ao terceiro mandato.


Ao todo, o corte de recursos financeiros para o Ministério da Saúde já somam R$ 296 milhões em 2023, afetando a realização de cirurgias, consultas e exames no SUS (Sistema Único de Saúde).


Já na educação - outra área primordial, propaganda pela administração petista como de “excelência”, os cortes acumulados somam R$ 179 milhões, e atingem a distribuição de livros didáticos do ensino básico, bolsas de estudo e transporte escolar para os mais necessitados.


Por fim, o Bolsa Família pode ser considerado uma das maiores vítimas da foice socialista do governo Lula. Entre junho e agosto, mais de 320 mil famílias ficaram sem o benefício. A justificativa apresentada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome foram “cadastros irregulares”, que precisaram ser interrompidos até que fossem regularizados.


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