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EUA tentam resgatar economia de Cuba, apesar dos presos políticos

Governo Biden conta com apoio dos Republicanos para incentivar os pequenos e médios empresários de Havana












Crédito da imagem: Freepik


Em março de 2016, o então presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, colocou os pés em Cuba, marcando a primeira visita de um chefe de Estado norte-americano em 88 anos.


A histórica visita a Havana não só representou a quebra de um longo tabu geopolítico, como colocou o país, à época comandado pelo irmão de Fidel, Raúl Castro, de volta ao mapa.


Apesar de não alterar o regime ditatorial - sem eleições democráticas e com milhares de presos políticos - os Estados Unidos baixaram a guarda, e garantiram uma nova era para os cubanos, que passaram a ter acesso à tecnologia digital - ainda que limitada.


Quase 8 anos mais tarde, os EUA parecem interessados em revitalizar essa parceria. Desta vez, com a promessa de que os incentivos econômicos providos pelo governo de Joe Biden não sofram a interferência da ditadura, hoje sob o comando de Miguel Díaz-Canel. Vale destacar que ainda há cerca de 700 prisioneiros políticos em Cuba. Eles foram detidos pela ditadura após a onda de protestos de 2021.


Apesar de os detalhes ainda serem escassos, a intenção das agências governamentais norte-americanas é de “flexibilizar” as relações com os Cubanos, sem que o povo sinta o costumeiro peso do regime. O Departamento de Estado, por exemplo, deve facilitar o acesso dos pequenos e médios empresários da Ilha ao sistema financeiro do país.


Por sua vez, o Ministério das Relações Exteriores de Cuba aposta que a ajuda dos EUA tem boas chances de se concretizar, em virtude da nova ação norte-americana não deva ser partidária. Ou seja; conta com apoio tanto de Democratas como de Republicanos.


O órgão destaca ainda que o interesse por trás da atual oposição a Biden seja puramente comercial e deve favorecer diretamente o mercado dos Estados Unidos.













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