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Esquerda radical tenta reescrever a história no Rio de Janeiro

Lei de extremistas do PSOL vai tirar das ruas do Rio nomes considerados "racistas" e "genocidas"


Duque de Caxias - Comando Militar do Leste


Na carona de movimentos extremistas como o Black Lives Matter, a omissa prefeitura do Rio de Janeiro se prepara para remover do ambiente público estátuas e bustos de grandes personagens da história brasileira, classificados pela esquerda brasileira como “racistas” ou “incentivadores da escravidão”.


O projeto de lei é assinado por dois integrantes da legenda radical esquerdista PSOL: Chico Alencar - ex-vereador, atualmente, deputado federal - e Mônica Benicio.


O caso é confuso, no mínimo. Apesar de a matéria não ter sido vetada nem sancionada pelo prefeito, ela voltou às mãos do presidente da Câmara dos vereadores, Carlo Caiado (União) para ser promulgada no último dia 28 de novembro por meio de decreto legislativo.


Já o prefeito Eduardo Paes (PSD) não sancionou e nem vetou - reforçando sua característica de covarde e servil, ao se omitir sobre a lamentável empreitada - cujo único intuito é o de empobrecer a cultura e, principalmente, criar ruptura social.


Como será o “atentado à história” na cidade do Rio de Janeiro


De acordo com a proposta dos vereadores radicais do PSOL, todas as estátuas e bustos que estiverem em um espaço público e se encaixarem no perfil da lei deverão ser transferidos para um museu aberto ou fechado.


A medida - que só visa destruir o legado do Rio de Janeiro - também inclui a instalação de placas para cada objeto de arte, explicando o motivo de sua remoção do local original.


"Não vamos mais aceitar a naturalização e, pior, a exaltação de figuras que promoveram o racismo e o fascismo ao longo da história e hoje têm seus crimes atenuados pelo revisionismo praticado pela extrema direita”, escreveu a extremista Monica Benício (PSOL), coautora da lei, cujo partido admira figuras como Fidel Castro e Che Guevara - ambos assassinos, ditadores, genocidas e adicionalmente, serem promotores de massacres contra minorias.


Quem entrou na mira da extrema-esquerda


Situado no centro do Rio de Janeiro, o Comando Militar do Leste ostenta em sua entrada a estátua do patrono do Exército Brasileiro: Luís Alves de Lima e Silva (1803-1880), o Duque de Caxias. Também conhecido como O Pacificador, o herói de inúmeras batalhas, incluindo a Guerra do Paraguai, é um dos principais alvos da esquerda radical, segundo os próprios extremistas, por "facilitar a entrada de escravos no Brasil".


Apesar de a nova lei prever a remoção de bustos e estátuas que apresentem "histórico racista", como apontam os vereadores do PSOL, a mudança de Duque de Caxias pode encontrar um obstáculo crucial: a estátua do herói nacional está localizada em uma área pertencente ao Exército, fator que limita a atuação da prefeitura do Rio de Janeiro.


Outro personagem que entrou no alvo dos esquerdistas é o do ex-presidente e marechal do Exército Humberto de Alencar Castello Branco, que esteve à frente do executivo entre 1964 e 1967. Castello Branco, no caso, foi cancelado por ser o "presidente do golpe de 64", segundo prevê a lei redigida pelos radicais.


De fato, a participação do militar cearence na política nacional se deu a partir do processo iniciado em 2 de abril de 1964 após o Congresso Nacional constatar a vacância da chefia do Executivo, antes ocupado por João Goulart. Com isso, Castello Branco foi eleito presidente da república de forma indireta, substituindo o deputado federal Paschoal Ranieri Mazzilli, que ocupara o cargo de forma provisória após o decreto do Ato Institucional nº 1.


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