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Em busca de fuga do dólar bancos centrais armazenam mais ouro

Crescimento foi das reservas internacionais em setembro

foi de 77 toneladas

Crédito da imagem: Reprodução


Análise compartilhada na última quinta-feira por Krishan Gopaul, analista do World Gold Council para Europa, Oriente Médio e África, mostrou que no mês de setembro, os bancos centrais de todo o mundo mantiveram o acúmulo de ouro em crescente, seguindo a tendência dos últimos meses.


Por meio do FMI (Fundo Monetário Internacional) e fontes públicas as principais instituições financeiras dos países alimentaram suas reservas do metal dourado com uma elevação de 77 toneladas líquidas apenas em setembro.

Enfatizando a força real da compra de ouro, Gopaul destacou que as vendas do bem valioso foi de 1 tonelada, enquanto as aquisições por parte dos bancos centrais alcançou em compras brutas a quantia de 78 toneladas.


O analista apontou ainda que os principais compradores são especialmente países de mercados emergentes, sendo o destaque direcionado para o Banco Popular da China, que foi o principal comprador do mês em questão, chegando a aquisição de 26 toneladas ao longo do mês. Logo abaixo, estão o Banco Nacional da Polônia e o Banco Central do Uzbequistão.


Entre os mercados desenvolvidos, o relatório chama a atenção para o fato de que Singapura continua como o único que mantém a adição de ouro às suas reservas, sendo a pequena aquisição realizada pelo Banco Central Europeu estava relacionada à entrada da Croácia na zona do euro no mês de janeiro e não representava uma compra intencional do próprio BCE.

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