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Depois do “Arroz Gate”, leilão de milho entra na mira da oposição 

Conab aponta que empresa vencedora do leilão suspenso também importou milho em 2023


Lula ao lado do amigão Neri Geller

Depois do cancelamento do leilão para importação de arroz - que culminou com a demissão de Neri Geller do Ministério da Agricultura, uma reportagem revelou que uma das empresas que venceu o certame organizado pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) na semana passada já havia arrematado 12,7 mil toneladas de milho em dezembro de 2023.


Conforme os dados apresentados pelo jornalista Claudio Dantas, a ASR Locação de Veículos e Máquinas desembolsou R$ 19,8 milhões do produto importado para vender ao governo Lula. 


No edital da operação aparecem os nomes do presidente da Conab, Edgar Pretto, e de seu diretor de Operações e Abastecimento, o teólogo Thiago José dos Santos - este último, que já havia trabalhado com o hoje ex-secretário de política agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller.


“Depois do arroz desnecessário para o RS. que não pedimos e não precisávamos, agora vem a público leilões como o de milho no ano passado, com participações de empresas que não são do ramo e que levantam sérios indícios de que houve irregularidades", observou o deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS).


Ex-secretário diz ser bode expiatório


Em entrevista concedida após sua exoneração do Ministério da Agricultura, o amigo de Lula, Neri Geller, afirmou que o leilão para a compra de arroz importado foi um "equívoco político" conduzido de forma errada pelo governo.


“Não posso ser penalizado por um erro político cometido na condução desse leilão (...).  Se lá atrás não teve problema, agora neste edital porque ele é politizado eu vou servir para sair como bode expiatório dessa questão? Não, não vou aceitar. Que a Polícia Federal, que a Justiça averigue se tem qualquer irregularidade”, declarou.


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