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Dependência europeia de commodities russas é demonstrada em dados comerciais

Aquisição dos produtos é realizada por meio de países terceiros

Crédito da imagem: Reuters


Apesar das sanções, os países ocidentais, especialmente da União Europeia continuam consumindo grandes volumes de commodities russas. As informações tem origem em dados alfandegários e outros documentos, sendo divulgadas na última terça-feira (26) pelo Financial Times, a divulgação também aponta que as transações são realizadas por meio de terceiros países.


Para exemplificar o modus operandi adotado na comercialização dos produtos, o relatório destacou o caso da gigante do comércio de commodities Glencore, que adquiriu em média 5 mil toneladas de folhas de cobre produzidas pela russa Ural Mining and Metallurgical Company (UMMC), sendo exportadas em julho da Turquia para o porto de Livorno, na Itália.


Os metais russos não sofreram sanções completas, no entanto os executivos de algumas empresas, como a própria UMMC, foram sancionados no ano passado pela UE e pelo Reino Unido; já os EUA vieram a lançar suas proibições mais intensas em julho de 2023.


A empresa Glencore alegou que não há ilegalidade em suas transações, e que a mercadoria entregue em julho seria a "parte final" de uma demanda por contrato em vigor em período anterior ao conflito com a Ucrânia, e afirmou que não realizou nenhuma nova negociação com a UMMC desde o início do conflito.

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