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Debate sobre segurança econômica é iniciado pela UE

O receio do bloco é claramente com relação à China

O Plano de Segurança Econômica da União Europeia foi apresentado por seu Executivo nessa terça-feira (20) e visa trazer os 27 países membros do bloco para a adoção de um controle mais forte sobre exportações e saídas de tecnologias com potencial militar em direção a países rivais como a China.


O documento divulgado em coletiva de imprensa em Bruxelas, confirma um rascunho ao qual a Reuters teve acesso na segunda-feira (19) deixa claro que o compartilhamento de tecnologias emergentes como inteligência artificial, computação quântica são extremamente arriscadas e exigem controles de exportação mais fortes e triagem de investimentos externos para uma série dessas tecnologias-chave.


Embora o documento não faça menção direta à China, ele caminha em direção ao reforço de relações com países que compartilham o mesmo pensamento e que utilizam a expressão “de-risking” para se referir à sua política de redução da dependência econômica do país asiático.


Como mais uma medida de prevenção, o documento ainda solicita aos membros do bloco europeu mais de 10 bilhões de euros (US$ 10,9 bilhões), a fim de auxiliar o desenvolvimento de tecnologias estratégicas.

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