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De Dilma para Lula: os detalhes do "empréstimo secreto" ao Brasil

Fazenda diz que o US$ 1 bi emprestados pelo banco do Brics serão destinados a projetos para pequenos e médios empresários


Crédito: Agência Brasil/EBC


Em meio a constantes ataques ao Banco Central, escalada do PL da Censura e viagens de Lula ao exterior, o Senado Federal aprovou em 25 de abril a solicitação de empréstimo de US$ 1 bilhão ao NDB (New Development Bank) - o banco de fomento do Brics, presidido por Dilma Rousseff.


Na ocasião, a notícia não fez tanto barulho quanto sua consolidação, ocorrida nesta quinta-feira (12).


Após encontro com Dilma em evento do Fundo Monetário Internacional, em Marrocos, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), confirmou a abertura de uma nova linha de crédito para financiar um programa criado em 2020, durante a pandemia: o Programa Emergencial de Acesso ao Crédito.


Socorro para pequenos empresários?


Segundo o Ministério da Fazenda, o US$ 1 bilhão seguirá para o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para "financiar projetos a micro, pequenas e médias empresas”. Nenhum outro detalhe foi divulgado por Haddad, a não ser que o BNDES contará com prazo de 30 anos para quitar sua dívida, com juros anuais de 1,64% .


Em suma, a dívida acumulada pelo governo petista só deverá ser quitada daqui a 7 eleições, em 2061.


BNDES já pediu recursos para a China

Crédito: BNDES


O empréstimo concedido por Dilma a Lula, por meio do New Development Bank, não foi o primeiro acordo do gênero fechado pelo governo federal em 2023.


Em 17 de abril, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, anunciou que o China Development Bank (CDB) havia concordado em conceder um financiamento de US$ 1,3 bilhão para investimentos a curto e longo prazo.


Sem especificar quais projetos receberiam os recursos, Mercadante declarou que o montante seria aplicado nos segmentos de infraestrutura, energia, manufatura, petróleo e gás, agricultura, mineração, e saneamento.







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