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Cresce pessimismo do mercado sobre política fiscal de Lula

Pesquisa da Genial Quest reforça insegurança em relação às medidas de Haddad, principalmente no controle dos gastos públicos

Crédito da imagem: Agência Brasil/EBC


O mercado financeiro demorou, mas parece já ter feito um ajuste de rota sobre as expectativas do governo Lula - mais precisamente, sobre a política econômica comandada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT).


De acordo com levantamento realizado pela Genial/Quaest entre 13 e 18 de setembro, o otimismo em relação ao crescimento da economia despencou nos últimos dois meses.


Na visão dos agentes do mercado financeiro, apenas 36% apostam que aconteça um progresso econômico significativo daqui a 1 ano. Em julho, 53% dos entrevistados estavam mais otimistas quanto à melhora. Houve também alteração significativa entre o grupo dos mais pessimistas. Há dois meses, 21% tinham perspectivas negativas. Agora, o número chegou a 34%.


Fatores influenciadores


Embora haja indicativos para o crescimento acima do estimado para o Produto Interno Bruto, há ainda muitas incertezas em relação ao arcabouço fiscal, reforma tributária e controle dos gastos do governo central.


Como o Rumo Econômico mostrou, no primeiro semestre, as contas do governo Lula encerraram o período com déficit primário de R$ 78 bilhões. Já em agosto, início da segunda metade de 2023, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou déficit de R$ 25,7 bilhões - resultado do balanço de R$ 134,6 bilhões de receitas líquidas e R$ 160,3 bilhões de despesas.





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