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Com aumento da taxa de juros, Banco Central da Inglaterra promete ‘manter o rumo’

Instituição não prevê recessão, embora preveja inflação resiliente

O presidente do Banco Central da Inglaterra (BoE), Andrew Bailey, declarou após anúncio do aumento de sua principal taxa de juros em 0,25%, ou seja, para 4,5% nesta quinta-feira (11), que a instituição manterá “o rumo”, em meio às políticas de combate à inflação.


De acordo com informações da Reuters, após realizar a maior melhoria em projeções de crescimento desde suas primeiras previsões em 1997, o BoE não prevê uma recessão, entretanto, as expectativas giram em torno da inflação, que esteve acima de 10,1% em março e deve retroceder muito lentamente até atingir 5,1% no fim do ano.


"Temos que manter o rumo para garantir que a inflação caia de volta à meta de 2%", disse Bailey em uma coletiva de imprensa, antes de reforçar que não estava dando dicas sobre os próximos passos a ser dados pelo Banco Central, algo que depende de mais informações para ser realizado.


Para o BoE, a previsão de queda da inflação até o fim do ano se dá principalmente pela percepção de queda no preço da energia, recurso que havia sofrido uma radical elevação de cifras após a escassez gerada pela dependência do gás russo em meio à guerra entre o país de Vladmir Putin e a Ucrânia.




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