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China injeta US$ 112 bi na economia para salvar mercado imobiliário

Banco Central da China tenta acalmar ânimo de investidores, enquanto vendas no varejo retomam trajetória de queda


Mesmo com injeção recorde, bolsas da China despencaram - Agência Brasil/EBC


Sob os olhares desconfiados do Ocidente, o governo do ditador Xi Jinping decidiu abrir os cofres para aliviar a poderosa crise imobiliária que se agravou no decorrer de 2023.


Para sinalizar preocupação quanto aos investidores, o Banco Central da China anunciou uma linha recorde de crédito anual para as empresas nacionais superior a US$ 112 bilhões. 


A intenção do regime comunista é apaziguar os efeitos do rebaixamento da classificação de risco para a aquisição de residências nos principais centros do país, em Pequim e Xangai, além de acalmar o mercado em relação ao aumento da emissão de títulos da dívida pública.


China: resultados mistos da economia em novembro


Embora tenha provocado reação positiva no setor financeiro, as principais bolsas de valores do gigante asiático despencaram após o governo anunciar que a meta fiscal para 2024 deve ficar em 3% do Produto Interno Bruto (PIB).


Outros dados econômicos de resultado misto estão relacionados à produção industrial e ao comércio. Enquanto a indústria chinesa demonstrou reação em novembro, as vendas do varejo tiveram um desempenho aquém do esperado.


Para Zhong Liang Han, do Standard Chartered Banck, ainda é prematuro classificar como bem-sucedidas as medidas do BC chinês 


“É muito cedo para considerar que se trata de uma virada. A confiança dos investidores permanece frágil", analisou.


 

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