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China impõe sansões ao congressista americano Michael McCaul após viagem de comitiva a Taiwan

Governo chinês alega que McCaul tem interferido em assuntos internos do país

O congressista americano e presidente do Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Estados Unidos, Michael McCaul sofreu nesta quinta-feira (13) sanções por parte do Ministério das Relações Exteriores da China.


O motivo apresentado pelo governo do país oriental é que ao liderar uma delegação em visita a Taiwan no início de abril, o congressista teria, mais uma vez, em sua avaliação, interferido com “palavras e ações, nos assuntos internos da China, prejudicando assim os interesses do país, mais recentemente liderando uma delegação para visitar a região de Taiwan da RPC, violando assim seriamente o 'One China ' e as disposições do comunicado China-EUA", foi o que alegou o Departamento de Assuntos da América do Norte e Oceania do Ministério das Relações Exteriores da China em comunicado.


Historicamente, o governo chinês não vê com bons olhos e costuma distribuir sanções a autoridades que ousem confrontar seus ditames e caminham em direção a relações mais estreitas com Taiwan e seus governantes democráticos, como a atual presidente da nação, Tsai Ing-wen.


Taiwan é uma ilha com governo democrático e independente desde 1949 após a guerra civil da China quando os comunistas tomaram o país, tornando-se um refúgio para todos os que rejeitam o sistema autoritário do PCCh e consegue esconder-se no local. Entretanto, o Partido Comunista Chinês e seus líderes ignoram a autonomia da ilha e trata o território como uma de suas províncias, embora não consiga interferir em seu governo como gostaria. A relação de forças entre a China e Taiwan tem sido cada vez mais delicada, com ameaças constantes de invasão à ilha por parte de seu irmão maior, enquanto os EUA mantém uma postura diplomática confusa e tênue entre os dois governos.


Recentemente, em agosto de 2022, a então presidente da Câmara americana Nancy Pelosi, visitou a ilha em meio a protestos e ameaças por parte do governo chinês, entretanto, nada ocorreu, além de uma forte insatisfação manifesta em críticas por parte dos comunistas.


FONTE/CRÉDITOS: Rumo Econômico com informações da Reuters


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