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"Cervejinha do Lula" deve ficar mais cara com reforma tributária

Cálculo do Banco Mundial sobre Imposto do Pecado atinge em cheio promessa de campanha de Lula


Cervejinha para Lula. Imposto para o consumidor

Qual será a alíquota do Imposto Seletivo? A resposta para este enigma referente ao substituto do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) ainda deve levar alguns meses para chegar ao consumidor, que novamente deverá pagar caro pelos gastos excessivos do governo.


Enquanto a regulamentação da reforma tributária não é definida, o Banco Mundial tenta calcular como ficará o chamado “Imposto do Pecado” - apelido dado por deputados que juram querer taxar itens que fazem supostamente mal à saúde e ao meio ambiente.


De acordo com cálculos feitos pela instituição, a tributação para alguns desses produtos chegam a assustar. Para os refrigerantes, a alíquota deve chegar perto de 33%, enquanto o chope e a cervejinha - que seria mais barata no governo Lula - deve ser taxada em 46,3%.


Já para as bebidas com mais teor alcoólico, como uísque cachaça e licores, o Imposto do Pecado realmente deve fazer o consumidor pensar duas vezes. Segundo apurou a ferramenta do Banco Mundial, a alíquota deve chegar perto de 62%. Para os fumantes, a notícia é pior ainda: cigarros devem receber 250% de tributação.


Embora o tabagismo realmente seja prejudicial à saúde - assim como o consumo de bebidas alcóolicas - especialistas apostam que a forte carga de impostos pode incentivar ainda mais a venda de produtos contrabandeados. Além de gerar prejuízo fiscal, esse tipo de item é nocivo pelo consumo de itens que não passam pelo crivo de agências reguladoras.

 

Após a divulgação dos números, a Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária emitiu uma nota à imprensa, afirmando ter fornecido subsídios sobre as alíquotas aos economistas do Banco Mundial. O órgão, entretanto, destacou que esses dados são "hipóteses de trabalho".


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