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Campos Neto prevê desenvolvimento acelerado para Drex em plataformas digitais

Segurança ainda é apontada como dilema do novo modelo monetário

Durante palestra no Lide Brazil Development Forum realizado em Washington DC, EUA, na semana passada, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto abordou a respeito de quais as perspectivas sobre a nova empreitada da principal instituição monetária brasileira, a moeda digital com lançamento previsto para o fim de 2024, o Drex.


Para campos Neto, a moeda eletrônica do Brasil andará a passos largos assim que for unida às plataformas digitais e à programação de pagamentos. Em sua perspectiva, o pix terá papel fundamental no processo, pois ele é a janela por onde se pode perceber a abrangência de ferramentas tecnológicas que visam expandir a inclusão financeira de grande parcela da população brasileira.


Entre os desafios tecnológicos observados pelo presidente do Bacen para a implementação do projeto do Real Digital, está a questão da segurança, sendo que o maior dilema se dá entre a manutenção da privacidade dos dados do usuário e a agilidade do sistema Drex para as transações. O problema é desafiador não apenas para a equipe tecnológica do Banco Central brasileiro, mas também tem sido um obstáculo para autoridades monetárias em todo o mundo que em breve também pretendem implementar suas próprias moedas digitais, conhecidas atualmente como CBDC’s.

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