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Boletim Focus vê inflação mais alta em 2024

Segundo os economistas ouvidos pelo Banco Central, a inflação pelo IPCA deverá ficar em 3,91% no ano que vem


Banco Central do Brasil


A edição atualizada do Boletim Focus do Banco Central divulgada na segunda-feira (7) manteve a expectativa para a inflação de 2023, mas revisou para cima o prognóstico para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de 2024. Segundo os economistas ouvidos pelo BC, o indicador deve subir ligeiramente de 3,90% para 3,91% no ano que vem.


Acompanhe a apuração completa, detalhada pelo Rumo Econômico.


PIB mantido


Após sinalizar queda na semana passada, o Focus apontou manutenção da taxa de crescimento econômico para 2023 e anos seguintes. Com isso, o Produto Interno Bruto pode fechar o ano com alta de 2,89%. Já para 2024, o PIB deve ficar em 1,50%, aumentando para 1,90% em 2025.


Dólar: sem mudanças


Nenhuma alteração em vista para a cotação da moeda norte-americana. Assim como na semana passada, os prognósticos para 2023 foram mantidos em R$ 5. Para 2024 e 2025, o dólar oficial deve permanecer a R$ 5,05 e R$ 5,10, respectivamente.


IPCA mais alto em 2024


Na leitura desta semana da inflação, o Boletim Focus manteve o cálculo do IPCA em 4,63%. Já para 2024, como observado, o indicador foi revisado para cima: de 3,90% para 3,91%. Por sua vez, o prognóstico para 2025 foi mantido em 3,50%, como em 15 semanas anteriores.


Selic inalterada


Nada mudou mais uma vez na taxa Selic. Segundo o Boletim Focus, o cálculo para a taxa básica de juros da economia deve ficar em 11,75% em 2023, seguido por 9,25% (2024) e 8,75% (2025).


Balança Comercial - Déficit Primário - Dívida Pública


Os prognósticos do Focus para a Balança Comercial Brasileira em 2023 voltaram a melhorar nesta semana. De US$ 74,9 para US$ 75,3 bilhões. Para os anos seguintes, a leitura do Banco Central demonstra alta de US$ 60,6 para US% 62,25 e manutenção de US$ 60 bi para 2025.

Para o resultado primário de 2023, foi mantida a expectativa de déficit de 1,10% do PIB (resultado mantido pela sexta vez consecutiva). Para 2024, houve piora no resultado primário: -0,78% para -0,80% do PIB. Por sua vez, em 2025, o déficit pode subir de 0,55% par



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