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Banco Central infiltrado

Indicados da Presidência da República são aprovados e pretendem modificar política monetária do país

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve aprovados no Senado Federal nessa terça-feira (4) seus dois primeiros indicados para o Banco Central no cargo de diretor de Política Monetária por 39 votos a 12 no plenário do Senado, ocupado pelo ex-ministro da Fazenda Gabriel Galipolo, e para o cargo de diretor-superintendente por 42 votos a 10, o bancário Ailton Aquino.


Sob constantes ataques do presidente da República a respeito da elevação e em seguida manutenção das taxas de juros em 13,75%, o Banco Central passa agora a ter efetivada sua primeira etapa de controle, de maneira formal e com anuência do Senado Federal, tendo em vista a aceitação de um diretor integrante do Partido dos Trabalhadores (PT), adepto a uma linha de política monetária expansionista, que põe fortemente em risco qualquer tentativa de manter uma linha mais liberal na economia, adotada pelos dois últimos governos.


Segundo declarou Galipolo na audiência, a equipe econômica do atual governo vem implementando medidas que certamente levarão a um afrouxamento monetário, inclusive com antecipação do mercado neste sentido já previsto nas últimas análises de opinião.

Além de destacar a “vantagem” do Brasil sobre os demais países da América do Sul e Latina no que diz respeito aos US$ 340 bilhões em reservas estrangeiras, o novo diretor de Política Monetária elogiou a perspectiva de uma moeda única a ser adotada por Brasil e outros parceiros comerciais, com a justificativa de elevar as parcerias comerciais com o Bloco Mercosul e ainda os que integram o bloco BRICS.

O atual presidente do Bacen, Roberto Campos Neto, é crítico da iniciativa de moeda única e completará o seu mandato sob a lei de autonomia privada em dezembro do ano de 2024.

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