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Após COP-28, Petrobras dá início à exploração da Margem Equatorial

Margem Equatorial já virou disputa internacional após referendo aprovado na Venezuela


Ilustração - Petrobras


Na contramão das promessas feitas por Lula e Marina Silva na COP-28 - a conferência do Clima da ONU - em Dubai, Emirados Árabes, a Petrobras está disposta a redobrar seus esforços para avançar na exploração da Margem Equatorial.


O primeiro passo já foi dado pela estatal na semana passada, com o envio do navio-sonda do Rio de Janeiro para o Poço Pitu-Oeste, no Rio Grande do Norte. Embora o litoral do estado nordestino abrigue quantidades consideráveis de petróleo, a “galinha dos ovos de ouro” da Petrobras é a Foz do Amazonas, próximo ao estado do Amapá.


A estatal voltou a elaborar documentos com informações necessárias para convencer o Ibama a liberar a licença de exploração na região. Na primeira tentativa, a permissão foi negada pela autoridade ambiental.


Petrobras faz campanha aberta pela Margem Equatorial


Ao contrário da declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que diz querer “convencer” os países da Opep em reduzir a exploração, intenção de ampliar a produção petrolífera permanece no próprio site da Petrobras.


“Trabalhamos sempre para atender a demanda de energia, desenvolver a produção e expandir nossos horizontes.
Localizada no Norte do país, entre os estados do Amapá e Rio Grande do Norte, a Margem Equatorial apresenta um importante potencial petrolífero e conta com uma série de oportunidades para melhorar a vida de milhares de brasileiros”.

Sonho de consumo do Brasil, a próspera Margem Equatorial já virou alvo de disputa internacional. Os campos de petróleo integram a região de Essequibo, na Guina, área cobiçada pelo ditador venezuelano, Nicolás Maduro.





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