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Altas taxas de hipotecas derrubam vendas de novos imóveis nos EUA

Resultado negativo supera previsões

Crédito da imagem: Reprodução


O Departamento do Comércio americano divulgou no início da semana os dados mais recentes sobre as vendas de novas casas unifamiliares, e reportou uma redução de 5,6% nas aquisições, uma queda mais intensa do que era esperado no mês de outubro de 2023.


Nos EUA, o mercado imobiliário é um indicador decisivo para a avaliação da saúde econômica do país, e a redução da taxa anual (que sofre reajuste sazonal) para 679.000 unidades vendidas no período reflete a pressão causada pelas elevadas taxas de hipotecas, levando a uma redução da acessibilidade, mesmo que a escassez de casas disponíveis para venda represente um apoio adjacente.


O recuo nos números de setembro somente agrava o enfraquecimento do mercado, cuja expectativa segundo análise anterior dos economistas era de uma "aterrisagem mais suave" ou seja, a um ritmo de 723 mil unidades vendidas.


A boa notícia, é que na comparação anual é possível verificar um crescimento de 17,7% nas vendas, relativo ao mesmo período de 2022, o que aponta uma complexa interação entre as tendências de mercado no longo prazo e os resultados imediatos da elevação das taxas de juros.


A Associação Nacional de Corretores de Imóveis enfatiza a tensão que atua entre o crescimento da demanda por imóveis residenciais e a elevação das taxas hipotecárias, mesmo com um inventário de casas existentes reduzido quase a metade desde o início da pandemia, dissuadindo compradores em potencial que estão satisfeitos com taxas abaixo de 3% de ingressarem no mercado.

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