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Agro volta a surpreender e BC eleva prognóstico de crescimento do PIB

Segundo o Banco Central, a performance da agropecuária será fator decisivo para que a economia repita 2022 e cresça 2,9%

Crédito da imagem: Agência Brasil/EBC


Mais uma vez um dos setores mais criticados pelo governo Lula deve salvar a pele da economia brasileira. Segundo o Relatório de Inflação trimestral divulgado pelo Banco Central, a agropecuária é a principal responsável pela revisão de crescimento do Produto Interno Bruto para 2023.


Com expectativa de alta de 13%, o setor do agronegócio será fator definitivo para que o PIB deste ano repita o desempenho de 2022 e encerre com alta de 2,9%. Em seu relatório anterior, o BC indicava que a economia encerraria o ciclo anual com alta de 2% e crescimento do agro em apenas 10%.


Serviços x reforma tributária


Enquanto a reforma tributária ainda tramita no Senado - e parece um pouco distante de sua aprovação em definitivo - o BC prevê que o setor de serviços - outro poderoso indicador econômico - deva crescer 2% - e não mais 1,6%.


O desempenho dos serviços, entretanto, segue sob forte ameaça. Segundo diversos estudos realizados antes da aprovação do texto na Câmara, a alíquota sobre as atividades que representam 70% do faturamento da economia pode chegar a 171%.


Revisão da inflação


Além de revisar a estimativa do PIB, o Banco Central também apresentou seu prognóstico para a inflação brasileira em 2023. De acordo com o relatório da autoridade monetária, não há mais chances do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficar abaixo da meta. Já as probabilidades para furar a meta subiram para 67%.


Entre os fatores que pesaram na revisão para cima do IPCA, destaque para a alta dos combustíveis. Os preços ao consumidor, vale o destaque, ainda permanecem defasados e a Petrobras não descarta novo reajuste significativo até o final de 2023. As metas inflacionárias para o Brasil são de 3,25% neste ano e de 3% em 2024






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