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Agro se prepara para enfrentar "ecoterrorismo" da União Europeia

UE quer dados específicos de que colheitas de soja e outras commodities não sairão de áreas de desmatamento na Amazônia e Cerrado

Crédito da imagem: CNA


O quanto o Brasil está disposto a perder pelo excesso de regras ambientalistas? Esta pergunta deverá ser feita inúmeras vezes até 2025, em relação ao comércio exterior com países da União Europeia.


O motivo central está ligado diretamente ao que os governantes do Velho Continente tentarão impor, principalmente aos produtores de soja e de outras commodities que incrementam nossa Balança Comercial e Produto Interno Bruto.


De acordo com as regras que devem passar a vigorar a partir de 2025, os agricultores serão obrigados a comprovar que os embarques ao continente europeu não foram plantados em regiões de desmatamento na Amazônia e no Cerrado.


No meio dessa rota de colisão, os responsáveis por manter a economia ainda em alta (apesar das incansáveis tentativas de interferência estatal) ainda terão de se adaptar aos efeitos da burocracia local. Contudo, ao menos por enquanto, as regras do chamado "Imposto do Pecado", previsto no texto da reforma tributária, não serão aplicadas ao agronegócio.


União Europeia: Número 2 no ranking


Segundo dados da Balança Comercial brasileira, atualmente os países da União Europeia aparecem somente atrás da China no ranking de compras da soja nacional.


De acordo com a Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária, o agro registrou alta de 32% de exportações em 2022, e a soja em grãos foi a grande estrela da companhia. Ao todo a receita obtida com as vendas do produto ficou em US$ 46,6 bilhões - alta de 20,8% em comparação a 2021.


Em termos gerais, a China respondeu por 31,9% dos embarques brasileiros no ano passado, totalizando US$ 50,8 bilhões. Já a União Europeia ficou na segunda colocação, com 16,1%. No terceiro lugar do pódio aparecem os Estados Unidos, com participação de 6,6%.










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