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Agro reage à fala desastrosa de ministro de Lula pro-MST

Ministro Paulo Teixeira legitimou mais uma vez as invasões do MST, justificando serem "instrumento legítimo de pressão"


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Quando o petista Paulo Teixeira assumiu o posto do curioso Ministério de Desenvolvimento Agrário - um satélite do Ministério da Agricultura lançado apenas para contemplar o MST - a mensagem deixada pelo governo Lula era simples e direta: as invasões de propriedades privadas voltariam a tomar conta de norte a sul do Brasil.


Dito e feito. Entre janeiro e julho, o número de ocorrências criminosas em fazendas chegou a 60 - duas a menos apenas que as 62 invasões registradas durante quatro anos do governo Jair Bolsonaro (2019-2022).


Em março, logo depois de integrantes do MST atacar fazendas do complexo Suzano Papel e Celulose no interior da Bahia, o ministro Paulo Teixeira surgiu com uma conversa cheia de contorcionismo - sempre favorável, claro, ao grupo invasor.


“O Ministério do Desenvolvimento Agrário vai atuar conforme a Constituição, proteger a propriedade privada e exigir o cumprimento da função social da propriedade”, afirmou Teixeira em entrevista. . “Caso ela não cumpra a função social da propriedade, ela será desapropriada para fins de reforma agrária”, completou.


Usando e abusando da retórica constitucional, o ministro de Lula voltou a entrar em cena para defender a facção de João Pedro Stédile - fala que levou o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) a entrar com uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Paulo Teixeira.


Ao se referir a onda recorde de invasões do MST, Teixeira disse que as práticas criminosas eram “um instrumento legítimo de pressão” para obter a “reforma agrária”.


FPA defende agro contra fala de ministro a favor do MST


Menos de 24 horas após a infame declaração do ministro, a FPA decidiu arregaçar as mangas para defender o direito do produtor de agronegócio - seja ele grande ou pequeno. Após anunciar a representação à PGR, o deputado Pedro Lupion (PP-PR) foi incisivo:


"Um ministro de Estado, responsável pela correta forma de implementação da política pública de reforma agrária não pode, em hipótese alguma, incentivar o cometimento de crime e fazer apologia a tais fatos criminosos", ratificou presidente da FPA, que se diz esperançoso com uma eventual decisão favorável do Ministério Pùblico.





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