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Agenda globalista: BNDES promete investir R$ 1 bi na Amazônia

Considerado “ambicioso”, projeto deve ser concluído em 2030

Manaus em chamas: fumaça de queimadas tomou conta da capital amazonense - INPE


Embora tenha encerrado 2022 no azul - e com lucro líquido de R$ 41,7 bilhões - o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) anunciou em abril que receberia da China um empréstimo de US$ 1,3 bi para realizar projetos em diversas áreas, como infraestrutura, petróleo e gás, agricultura e mineração.


As pendências com o ditador Xi Jinping, contudo, não impediram que a instituição anunciasse nesta semana durante a COP-28, nos Emirados Árabes, um investimento de R$ 1 bilhão no reflorestamento da Amazônia.


O projeto foi comentado pelo presidente da entidade, Aloizio Mercadante, um dos quse 1.300 integrantes da comitiva brasileira na conferência climática da ONU.


“Evitar o desmatamento não responde mais à crise climática. Precisamos ter mais ambição. A Amazônia responde por mais ou menos um grau celsius no aquecimento, e a criação de um cinturão de proteção é urgente”, afirmou Mercadante.


Governador do Pará promete reflorestamento da Amazônia


Também presente na COP-28, o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), afirmou que o projeto para replantar árvores na Amazônia Legal será encabeçado por seu estado. Segundo Barbalho, o Plano de Recuperação da Vegetação Nativa visa restaurar 5,6 milhões de hectares de áreas degradadas nos próximos 6 anos. Ou seja, a tempo de concluir as metas da agenda globalista da ONU.


“A intenção é que nós possamos recuperar áreas com uma meta ambiciosa de 5,6 milhões de hectares até 2030, com financiamento e apoiamento, seja no pagamento por serviços ambientais ao agricultor da agricultura familiar ou na mobilização para a recomposição, com oferta de financiamento e de mudas e apoiamento técnico”, destacou o governador


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